Chama ao Vento

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Uma vez, conversando com uma companheira de Jornada, ela fez referência a cena de um filme, em que uma pessoa estava na proa de um navio com seus braços abertos. A sua frente, o céu, o mar, o vento tocavam seu rosto, induziam a sensação de liberdade, de ilimitado. Recentemente, ouvindo “Candle in the Wind” de Elton John, aquela cena retornou a minha mente, me senti como uma chama ao vento na proa de um barco. De um lado a  mão Divina  me protegia do vento, de outro uma chuva de bençãos, na forma de privilégios – da presença  de pessoas tão maravilhosas, percepções inusitadas e a Companhia da Fonte Suprema em minha vida. Esta experiência me fez pensar que mesmo frente aos ventos mais impetuosos que porventura surjam, é possível manter a chama de luz viva, iluminando de sutil beleza, significado e força os passos que compõem nossos caminhos.

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